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Posts Tagged ‘Dicas’

Recomendo: Lightroom 2 por Clicio Barroso

October 16th, 2009

Replicando o post do estimado amigo e fotógrafo Raphael Fraga.
Comprei este livro hoje e então deixo também a dica abaixo, que recomendo de olhos fechados.

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Este é um dos livros aos quais tenho dedicado parte do meu tempo atualmente: Lightroom 2 do Clício Barroso.

Alguns alunos me perguntam se vale a pena ou se espantam: “Para que você está lendo, você já não conhece o Lightroom?”.

A verdade é que conhecimento não ocupa espaço e ao começar a ler este belo livro, descobri que eu achava que conhecia o Lightroom! Muitas dicas especiais são dadas por ele ao longo das páginas e isso tem enriquecido muito meu repertório!

Parabenizo o grande Clício, que é um verdadeiro mestre deste programa, e disponibilizou um material que possibilita a leitores iniciantes no assunto tranquilamente caminharem e aos que já tinham uma relação com o programa ampliarem seus horizontes.

Para nós fotógrafos, taí um caminho pelo qual teremos de enveredar e não podemos negligenciar, sob pena de colocar em risco nosso próprio trabalho!

Vale a pena!

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henriqueribas

Fotógrafos: O diferencial é a alma dos negócios

August 14th, 2009

Aproveitando o gancho do post do Fotógrafo Vinícius Matos que em seu blog postou o vídeo (que pode também ser visto no fim do post), de Waldez Ludwig, sobre o “Diferencial como Recurso Competitivo”, deixo abaixo um texto (dica do Fotógrafo Zênio Souza) bem interessante que retrata exatamente a questão do diferencial que cada um deve ter em qualquer meio de trabalho e convivência.

GESTÃO DO FÓSFORO

“Um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal: Estes
quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre
atendimento que conhecemos.

Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu
procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos,
avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia.

Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz
suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente:
“- Bem-vindo ao Venetia!” Três minutos após essa saudação, o hóspede
já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e
impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático.

No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa, uma
lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre
a lareira, para ser riscado. Era demais! Aquele homem que queria um
quarto apenas para passar a noite começou a pensar que estava com
sorte.

Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no
momento do registro). A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que
tinha experimentado, naquele local, até então. Assinou a conta e
retornou para quarto. Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da
lareira. Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a
ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava
preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada
um.. Que noite agradável aquela!

Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar, vindo
do banheiro. Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira
ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto
um cartão que dizia: “Sua marca predileta de café. Bom apetite!” Era
mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe? De repente, lembrou-se:
no jantar perguntaram qual a sua marca preferida de café.

Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um
jornal. “Mas, como pode?! É o meu jornal! Como eles adivinharam?” Mais
uma vez, lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista Havia
perguntado qual jornal ele preferia. O cliente deixou o hotel
encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor.

Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial? Apenas ofereceram um
fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal. Nunca se
falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de hoje. Milhões
são gastos em planos mirabolantes de marketing e, no entanto, o
cliente está cada vez mais insatisfeito mais desconfiado. Mudamos o
layout das lojas, pintamos as prateleiras, trocamos as embalagens, mas esquecemos-nos das pessoas. O valor das pequenas coisas conta, e
muito. A valorização do relacionamento com o cliente. Fazer com que
ele perceba que é um parceiro importante!!!

Lembrando que: Esta mensagem vale também para nossas relações pessoais
(namoro, amizade, família, casamento) enfim pensar no outro como ser
humano é sempre uma satisfação para quem doa e para quem recebe.
Seremos muito mais felizes, pois a verdadeira felicidade está nos
gestos mais simples de nosso dia-a-dia que na maioria das vezes passam
despercebidos. ”

Autor: Desconhecido, se alguém souber me avise que coloco os devidos créditos.

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henriqueribas

Quinto Paraty em Foco com Blog, Flickr e Youtube

June 29th, 2009

O Paraty em Foco chega a sua 5a edição cheio de novidades!

Esta quase chegando o dia (ops, falta ainda alguns meses) para um dos maiores festivais de fotografia do Brasil, quem dirá do Mundo.
Do dia 23 a 27 de setembro a cidade de Paraty, no estado do Rio de Janeiro estará pintada de arte e fotógrafos de todas as partes do Globo. Serão 5 dias de intensa atividade que irá proporcionar um amplo intercâmbio de informaçoes, cultura e claro network entre os participantes.
O bacana desta edição é a interatividade dos participantes que poderão deixar suas imagens no Flickr do evento. Já quem não pode comparecer, poderá acompanhar os mínimos detalhes do evento pela internet através do canal no youtube e ainda ficando ligado no blog do Paraty em Foco.

Confira a programação

24 QUI
Alessandra Sanguinetti | CIA de Foto | Claudine Doury | Coletivo Garapa | Héctor Mediavilla | Luciano Candissani
25 SEX
Gal Oppido | Pedro Martinelli | Ricardo Hantzschel
26 SÁB
André Cypriano | Claudio Feijó | Ludovic Carème | Claudia Jaguaribe | Ilana Bessler e César Barreto | Imersão Digital
27 DOM
Claudio Edinger | Francesco Zizola

Acompanhe o evento

Mais informações

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henriqueribas

Como trabalhar com fotografia documental e publicar na National Geographic

June 23rd, 2009

Um dos blogs que sempre acompanho é o da National Geographic Brasil. Há alguns posts atrás eu havia deixado a dica para acessar este site, deixando algumas informações do dia-a-dia durante uma expedição. Hoje, volto a comentar sobre este ninho de informações e curiosidades de extrema importância para os amantes e também para os apreciadores de fotografia, aventura e natureza.

No artigo abaixo, retirada na íntegra do Blog da NatGeo, Izan Petterle, um dos fotógrafos da famosa revista, fala de forma clara, sensata, objetiva e realista sobre a paixão que envolve a fotografia, uma visão para o crescimento futuro e algumas dicas de como conseguir que uma foto sua seja publicada em uma das edições da revista mais famosa do mundo.

Acredito que a melhor maneira de viabilizar uma carreira em fotografia documental é ter uma outra atividade econômica que permita custear a primeira fase da formação profissional. Esse  período pode durar pelo menos uns 10 anos, digo isso pela minha própria experiência. O chamado “mercado” de fotografia é ingrato e cruel, como dizem no interior do país, “é uma briga de foice no escuro.” São pequenos trabalhos mal remunerados que dificilmente levam o profissional a um patamar mais elevado na arte fotográfica. Em primeiro lugar, deve-se fotografar para si mesmo e ninguém vai pagar por isso.

A mágica acontece atrás da câmera, o que interessa é desenvolver um olhar apurado. Mas com o tempo, nessa época de competição global, o ideal é ter um equipamento top de linha. Isso não transforma ninguém em melhor fotógrafo, apenas é uma ferramenta a mais na busca por um aprimoramento profissional.

A compra de boas câmeras, lentes, computadores e softwares é sempre um investimento alto, muito alto, talvez o preço de um bom carro zero km. Por várias vezes, no decorrer de uma década, vendi meus carros para comprar os melhores equipamentos possíveis. Para mim valeu a pena ficar a pé, ou com carro velho nesse período. Como em qualquer outro negócio, a pessoa tem que estar disposta a investir na sua atividade e o retorno pode ser longo, certamente mais longo do que em outros tipos de empreendimentos comerciais. É preciso estar preparado para passar por isso para ser bem sucedido.

Também é muito importante investir em formação profissional, pode ser faculdade e/ou bons cursos e workshops com profissionais renomados. Essa pode ser uma maneira de encurtar  e acelerar o aprendizado na profissão, inclusive, se for possível, até mesmo estudar no exterior. Fotografia é um estilo de vida, muito mais do que somente uma profissão. Esse processo leva tempo e pode ter um preço alto em termos de padrão material de conforto, especialmente se houverem questões familiares envolvidas.

Uma vez dito isso, vou dar algumas orientações de como pode ser possível publicar na National Geographic Brasil. A revista é aberta para qualquer que tenha um bom trabalho e que apresente um tema de interesse para publicação. Deve-se conhecer muito bem a linha editorial do que é publicado, procurar no arquivo as matérias já divulgadas. Não adianta ter um material muito bom se ele não for original.

O primeiro passo consiste em dedicar-se a projeto pessoal de documentação de assuntos que venham interessar aos editores. Bancar-se durante essa oportunidade e fazer uma edição de imagens consistentes, que conte uma boa história. Feito isso, pode-se pensar em apresentar o ensaio para avaliação do editor senior, Ronaldo Ribeiro. Sempre entre em contato primeiro por e-mail e veja se existe interesse na proposta. Em caso positivo, pergunte qual seria a melhor data e horário para fazer uma visita, editores estão sempre muito atarefados.

Desejo uma boa sorte a todos, fico muito entusiasmado quando vejo novas revelações nessa área. Pode parecer muito óbvio e banal o que eu vou dizer: vale a pena acreditar em nossos sonhos, essa é matéria prima do nosso trabalho. Ansel Adans falou o seguinte: “Algumas pessoas ganham a vida com a fotografia, para outros a fotografia lhes dá a vida…”

Ivan Petterle

Ivan Petterle

Izan Petterle é um dos mais regulares colaboradores da revista National Geographic Brasil. Fotografa desde 1975 e colabora com importantes revistas de fotografia documental do exterior.

Texto publicado no site da National Geographic Brasil, por Izan Petterle e publicado na íntegra neste blog, sob autorização do mesmo. Confira o Blog dos Fótografos da National Geographic e saiba mais sobre o trabalho do Izan e dos demais fotógrafos.

Veja Também: O dia-a-dia dos fotógrafos da National Geographic Brasil

Um dos blogs que sempre acompanho é o da National Geographic Brasil. Há alguns posts atrás eu havia deixado a dica para acessar este site, deixando algumas informações do dia-a-dia durante uma expedição. Hoje, volto a comentar sobre este ninho de informações e curiosidades de extrema importância para os amantes e também para os apreciadores de fotografia, aventura e natureza.

No texto abaixo, retirada na íntegra do Blog, Izan Petterle, um dos fotógrafos da famosa revista, fala de forma clara, sensata, objetiva e realista sobre a paixão que envolve a fotografia, uma visão para o crescimento futuro e algumas dicas de como conseguir que uma foto sua seja publicada em uma das edições da revista mais famosa do mundo.

Acredito que a melhor maneira de viabilizar uma carreira em fotografia documental é ter uma outra atividade econômica que permita custear a primeira fase da formação profissional. Esse  período pode durar pelo menos uns 10 anos, digo isso pela minha própria experiência. O chamado “mercado” de fotografia é ingrato e cruel, como dizem no interior do país, “é uma briga de foice no escuro.” São pequenos trabalhos mal remunerados que dificilmente levam o profissional a um patamar mais elevado na arte fotográfica. Em primeiro lugar, deve-se fotografar para si mesmo e ninguém vai pagar por isso.

A mágica acontece atrás da câmera, o que interessa é desenvolver um olhar apurado. Mas com o tempo, nessa época de competição global, o ideal é ter um equipamento top de linha. Isso não transforma ninguém em melhor fotógrafo, apenas é uma ferramenta a mais na busca por um aprimoramento profissional.

A compra de boas câmeras, lentes, computadores e softwares é sempre um investimento alto, muito alto, talvez o preço de um bom carro zero km. Por várias vezes, no decorrer de uma década, vendi meus carros para comprar os melhores equipamentos possíveis. Para mim valeu a pena ficar a pé, ou com carro velho nesse período. Como em qualquer outro negócio, a pessoa tem que estar disposta a investir na sua atividade e o retorno pode ser longo, certamente mais longo do que em outros tipos de empreendimentos comerciais. É preciso estar preparado para passar por isso para ser bem sucedido.

Também é muito importante investir em formação profissional, pode ser faculdade e/ou bons cursos e workshops com profissionais renomados. Essa pode ser uma maneira de encurtar  e acelerar o aprendizado na profissão, inclusive, se for possível, até mesmo estudar no exterior. Fotografia é um estilo de vida, muito mais do que somente uma profissão. Esse processo leva tempo e pode ter um preço alto em termos de padrão material de conforto, especialmente se houverem questões familiares envolvidas.

Uma vez dito isso, vou dar algumas orientações de como pode ser possível publicar na National Geographic Brasil. A revista é aberta para qualquer que tenha um bom trabalho e que apresente um tema de interesse para publicação. Deve-se conhecer muito bem a linha editorial do que é publicado, procurar no arquivo as matérias já divulgadas. Não adianta ter um material muito bom se ele não for original.

O primeiro passo consiste em dedicar-se a projeto pessoal de documentação de assuntos que venham interessar aos editores. Bancar-se durante essa oportunidade e fazer uma edição de imagens consistentes, que conte uma boa história. Feito isso, pode-se pensar em apresentar o ensaio para avaliação do editor senior, Ronaldo Ribeiro. Sempre entre em contato primeiro por e-mail e veja se existe interesse na proposta. Em caso positivo, pergunte qual seria a melhor data e horário para fazer uma visita, editores estão sempre muito atarefados.

Desejo uma boa sorte a todos, fico muito entusiasmado quando vejo novas revelações nessa área. Pode parecer muito óbvio e banal o que eu vou dizer: vale a pena acreditar em nossos sonhos, essa é matéria prima do nosso trabalho. Ansel Adans falou o seguinte: “Algumas pessoas ganham a vida com a fotografia, para outros a fotografia lhes dá a vida…”

Ivan Petterle

Ivan Petterle

Izan Petterle é um dos mais regulares colaboradores da revista National Geographic Brasil. Fotografa desde 1975 e colabora com importantes revistas de fotografia documental do exterior.

Texto publicado no site da National Geographic Brasil, por Izan Petterle e publicado na íntegra neste blog, sob autorização do mesmo. Confira o Blog dos Fótografos da National Geographic e saiba mais sobre o trabalho do Ivan e dos demais fotógrafos.

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henriqueribas

Equipamentos Fotográficos: Mas, o que levar?! – PARTE 2

June 4th, 2009

 

 

Continuação…
Parte 2

A Câmera

Falar sobre qual câmera comprar e qual marca escolher é uma discussão que não cabe a este texto. Porém fique atento para escolher uma câmera com especificações adequadas para os diversos trabalhos que irá exercer. Lembre-se da questão da velocidade de disparo e armazenamento. Uma câmera com um pequeno Buffer ou com uma baixa taxa de frames por segundo, irá te fazer perder diversos corredores neste evento de rua. Um foco que acompanhe o objeto a ser registrado, é um item também importante para a escolha de uma câmera voltada para este meio esportivo. Já para os demais tipos de coberturas fotográficas, outros itens são essenciais, como um ISO alto e sem ruídos numa cobertura matrimonial. Um outro exemplo, é em uma cobertura de um rally. Uma câmera e lentes bem seladas são essenciais para que ambos sobrevivam até a linha de chegada devido ao alto grau de poeira e outros intempéries climaticos que possam presenciar.

Portanto, pense bem antes de comprar seu equipamento ou aceitar um certo trabalho sem antes verificar se o mesmo suportará a pressão.

Alguns itens a pensar em levar para situações onde há a possibilidade de chuva, é um grande guarda chuva, uma capa protetora para a câmera e lente, uma mochila resistente a água e uma capa de chuva para você.

É muito importante levar consigo uma câmera extra, mesmo que não seja idêntica, mas que possa suprir alguma pane, queda ou travamento do obturador do equipamento principal.

Levar uma compacta pode ser algo que te salve, ou até mesmo que te tire um pouco o peso das costas. Passear de bobeira com o equipamento profissional na mão pela cidade onde se encontra hospedado, pode ser muito chamativo e perigoso. Uma compacta pode ser muito útil para registrar (fotografar e filmar) algum passeio que faça pelo local e até pode te salvar, em último caso, no momento em que suas câmeras profissionais pifarem de vez.

Tripé para câmera

Esta aí um item que toma um certo espaço e aumenta bastante o peso da bagagem. Certifique-se que realmente precisará de um, ou até se um monopé irá satisfazer a necessidade. Lembre-se que para fotos de arquitetura, interiores e decoração, o tripé é algo essencial. Uma outra dica que dou é a seguinte. Evite tripé de baixo custo, feitos com materiais de baixa qualidade e que não possuem uma estabilidade bacana. Na hora do vamos ver, quando é necessário uma estabilidade para uma velocidade muito baixa, este pode te passar a perna.

Vai precisar de levá-lo consigo? Então não se esqueça da cabeça do tripé, item essencial para acoplar sua câmera.

Alguns fotógrafos preferem não levar tripés para certas saídas. Para compensar, muitos procuram apoio em tocos e árvores. Alguns até, para não estragar o equipamento, levam consigo um saco de pano cheio de feijão, bem compactado, que servirá para apoiar a câmera sobre ele e não arranhar o equipamento desnecessáriamente. Existem também os mini-tripés, que em certos momentos, mesmo com equipamentos profissionais, pode quebrar um galho e tanto.

Mochila e cases apropriadas

Sempre que viajo costumo utilizar uma mochila própria para levar o equipamento. Melhor não arriscar em deixar as lentes e câmeras soltas numa mochila qualquer. Existem diversos modelos e marcas espalhados pelo mercado, inclusive alguns que cabem notebooks de 15″. Além da mochila, quando necessário, levo uma case Y para câmera e algumas cases para as lentes extras. Neste caso somente levo estas cases extras, para alguma viagem pessoal, onde vou deixar meu equipamento num hotel e fazer algumas fotos com uma ou duas lentes diferentes. O imporante destas mochilas e cases é  que elas são próprias para acomodar muito bem o equipamento e suportar certas pancadas e/ou mudanças climáticas.

Lí em algumas revistas, e também tenho alguns fotógrafos amigos meus que usam e abusam das pelican cases. São caixas, hermeticamente fechadas e lacradas que suportam pancadas, mudanças climáticas bruscas, flutuam sobre a água e ainda acomodam o equipamento em um compartimento feito sob medida para o corpo e as lentes. Existem diversos modelos e tamanhos e com toda certeza afirmo que para a cobertura de esportes de ação e aventura, esta é uma excelente pedida.

Itens extras

Apetrechos

Depois de fotografar alguns eventos, vamos aos poucos aprendendo a levar certos objetos para determinadas situações. Um item que já me fez muita falta foi um isqueiro. Diante da cobertura de uma decoração de uma festa de casamento, eu precisava acender algumas velas para dar um ar mais fino e clássico, demonstrando a real atmosfera do local no ato da entrada dos convidados. Estes tipos de acessórios devem ser avaliados, e por mais que eu liste centenas deles aqui, fica difícil abranger todos que talvez seriam importantes em certas cituações. Deixo aqui então somente alguns itens que podem vir a ser úteis para determinadas coberturas fotográficas.

- um isqueiro (para situações como a mencionada acima)

- uma lanterna (muitos fotógrafos de casamento utilizam uma luz contínua de uma lanterna mais forte para gerar iluminações diferenciadas)

- par de crocs (recomendo a todos os fotógrafos de esportes e aventura. Quando entrarem e sairem de um córrego com o tênis completamente encharcado e com dificuldades de caminhar por conta disso, você se lembrará desta minha dica. Palavras de quem já passou por isso.)

- alguma maquiagem específica, lenços de papel, uma caneta bacana (em um  casamento, é importante demais ter consigo um mini-kit de maquiagem, que agrade a noiva (já pesquisado anteriormente sobre isso) para caso necessite de um último retoque antes de entrar no altar, ou para as fotos antes da festa. Lenços de papel entram neste mesmo ritual, para que seja enxugadas as lágrimas sem borrar a maquiagem. Uma caneta boa e bonita, para substituir a Bic usada pelo padre na hora da assinatura dos noivos)

São alguns itens assim que fazem a diferença diante de certas situações e sempre que esquecemos de algum deles, ficamos lamentando a sua falta.

Tendo mais algum item, ou dica, deixe um comentário e abasteça aqui esta relação de apetrechos úteis.

Lanches

Não fique sem se alimentar. Não é preciso levar um sanduba recheado de maionese e mortadela mais uma garrafa de coca-cola de 2 litros, mas para te salvar de uma fome fora de hora, tenha sempre nos bolsos algumas barras de cereal e uma garrafinha de água.

Bloco de papel e caneta

Leve sempre consigo. Um item simples mas de extrema utilidade. Durante uma cobertura, muitas vezes é necessário associar uma certa imagem com o nome da pessoa para uma futura publicação. Lembre-se de deixar sempre a mão.

Check List

Ta aí um item importante, que muitos já me criticaram por sempre fazer em minhas viagens, mas que já me salvou e muito. Sempre que vou fazer uma viagem, seja ela qual for, faço uma listagem dos principais itens que estou levando. É simples, vou colocando na mochila e marcadando num papel. Na hora de fazer o check-out do hotel, vou verificando se tudo que levei esta voltando. Quase esqueci dois cartões de memória na bancada do quarto por pura distração, ainda bem que havia verificado.

Conclusão

O meu principal objetivo com este texto, foi mostrar um pouco, uma forma de se minimizar os risco para certos trabalhos fotógraficos e consequentemente, evitar uma queima da imagem do profissional frente ao cliente, quando se tratando de equipamento. De forma alguma ditar o que se deve ou não levar para alguma saída fotógrafica.

Também não pretendo fazer com que se leve todo um estúdio na mochila, pelo contrário, se prevenir, não quer dizer de forma alguma levar tudo que se imagina, mas sim, pensar melhor sobre o que levar e o risco de não levar tal acessório, para que esteja preparado para o inesperado.

Lembre-se que o equipamento que levará servirá para te auxiliar a simular aquilo que você teria em mãos com facilidade no seu estúdio, e de forma alguma atrapalhar este trabalho externo.

Aos poucos, com alguns trabalhos e viagens no currículo, vamos nos aperfeiçoando sobre o que levar ou não. E em quase todos os casos saberemos ao certo quando levar tal acessório.

No mais utilize da melhor forma o  olhar crítico de um bom  fotógrafo e gere belas imagens.

Possui algo a acrescentar e/ou comentar? Deixe então seu comentário.

Agradecimentos especiais ao Ricardo Frias pelo apoio.

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henriqueribas

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